
A vida de Vinícius de Moraes, autor dos versos mais conhecidos da Bossa Nova Da redação
Vinícius de Moraes nasceu no Rio de Janeiro, em 19 de outubro de 1913. Seus pais eram músicos amadores: o pai tocava violão e a mãe, piano. Vinícius começou a compor na adolescência.
Em 1933, Vinícius se formou em Direito e publicou seu primeiro livro, O Caminho Para a Distância. Nos anos seguintes, foi censor de cinema, publicou o premiado Forma e Exegese, casou-se com Beatriz Azevedo de Mello, estudou língua e literatura inglesas em Oxford e foi crítico de cinema, até que foi aprovado em concurso e se tornou diplomata. Mesmo com a nova carreira, não deixou de se dedicar à poesia e ao jornalismo.
Em 1946, Vinícius publicou novo livro de poemas e assumiu o posto de vice-cônsul em Los Angeles. Durante sua carreira diplomática, ele viveria em cidades como Paris e Roma, onde conviveria com intelectuais como Sérgio Buarque de Holanda.
Com a peça Orfeu da Conceição, Vinícius ganhou fama como artista. Quando estava montando a peça em 1956, já de volta ao Brasil, Vinícius conheceu Tom Jobim. A dupla compôs a trilha sonora da peça e formou uma das parcerias mais famosas da música brasileira, responsável por clássicos como Garota de Ipanema, Eu Sei Que Vou Te Amar, A Felicidade, entre muitos outros.
No final da década de 50, o movimento da Bossa Nova cresceu rapidamente. O álbum considerado o marco inicial da Bossa, Canção do Amor Demais, de Elizeth Cardoso com o violão de João Gilberto, não apenas tira seu nome de uma composição de Vinícius e Tom como também traz outras obras da dupla, como Chega de Saudade e Estrada Branca. Agora uma figura central da música brasileira, Vinícius teve suas composições gravadas diversas vezes por uma infinidade de artistas nos anos seguintes.
Vinícius de Moraes nasceu no Rio de Janeiro, em 19 de outubro de 1913. Seus pais eram músicos amadores: o pai tocava violão e a mãe, piano. Vinícius começou a compor na adolescência.
Em 1933, Vinícius se formou em Direito e publicou seu primeiro livro, O Caminho Para a Distância. Nos anos seguintes, foi censor de cinema, publicou o premiado Forma e Exegese, casou-se com Beatriz Azevedo de Mello, estudou língua e literatura inglesas em Oxford e foi crítico de cinema, até que foi aprovado em concurso e se tornou diplomata. Mesmo com a nova carreira, não deixou de se dedicar à poesia e ao jornalismo.
Em 1946, Vinícius publicou novo livro de poemas e assumiu o posto de vice-cônsul em Los Angeles. Durante sua carreira diplomática, ele viveria em cidades como Paris e Roma, onde conviveria com intelectuais como Sérgio Buarque de Holanda.
Com a peça Orfeu da Conceição, Vinícius ganhou fama como artista. Quando estava montando a peça em 1956, já de volta ao Brasil, Vinícius conheceu Tom Jobim. A dupla compôs a trilha sonora da peça e formou uma das parcerias mais famosas da música brasileira, responsável por clássicos como Garota de Ipanema, Eu Sei Que Vou Te Amar, A Felicidade, entre muitos outros.
No final da década de 50, o movimento da Bossa Nova cresceu rapidamente. O álbum considerado o marco inicial da Bossa, Canção do Amor Demais, de Elizeth Cardoso com o violão de João Gilberto, não apenas tira seu nome de uma composição de Vinícius e Tom como também traz outras obras da dupla, como Chega de Saudade e Estrada Branca. Agora uma figura central da música brasileira, Vinícius teve suas composições gravadas diversas vezes por uma infinidade de artistas nos anos seguintes.
Fonte : Notícia IG






